Mas, acredito que, a pior é aquela onde queremos ensinar com palavras e não com exemplos, como: homens que traem ou batem em "suas" mulheres, além de todo o machismo envolvido na certeza de que assim é que tem que ser. De graça, vem a ignorância homofóbica, dizendo que amor só existe em casais héteros.
Gays que vão à Marcha do Orgulho Gay e querem impor condições,à igreja, de aceitar o que, pra ela, é inaceitável. E, isso, é imutável (o Estado não deve ter influência da religião, mas a religião, também, não deve ter influêcia do Estado).
Igrejas pregam um Cristo que morreu por amor, porém, não vivem esse amor, tirando do homem aquilo que Deus deu, a liberdade!
Adolescentes que dizem não serem ouvidos, mas, também, não estão dispostos a ouvir...
Pais que apontam e cupam "as companhias" de seus filhos de levarem os mesmos à determinadas situações, mas nunca assentaram- se com os seus para saber como anda a vida.
São esses tipos de corrupções que ferem a integridade humana. São esses tipos de corrupções que dão vida às guerras!
As lutas tem tido a finalidade de aceitação, obrigatória, um do outro. Mas, aceitação, não deveria ser o motivo da luta. Assim como eu tenho a escolha de crer e aceitar algo pra mim, o outro, também, tem. A diferença está no discordar. Considerar que algo, pra você, pode ser errado, não te dá o direito de julgar. O "diferente" pode ser mais virtuoso que o "normal"!
O segredo está no amor (a todos). O amor não consiste em aceitar, amor é respeitar. O resto... O resto é tudo balela!
Texto de: Carlos Henrique e Marcela Rezende

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